A Ventos
O velho sorriu com a pá e enxada:
-Com essas armas tem o que 17 Bilhões, isso só em pedras raras?
-E qual polaridade usaria?
-Polaridade? Que isso Durã, não aprende nas ruas?
-Aprendi levando carinho de cimento na empresa me ensinaram a arrumar geradores e computadores o meu chefe perguntou se aceitava pagamento em livros?
-Aceitou?
-Coisa fácil não enche conta tio.
O seu olho revirou e apareceu o verde e um vermelho, o direito normal grita para o velho:
-Se não quiser morrer, bolsa rosa na limusine tem um cantil.
O homem em disparada corre mas como se vale-se a vida, uma pessoa de 1,57 com um boné encapuzada de cabelos brancos e pele negra reluzente com olhos de Lince acerta algo em alta velocidade com movimento de gatos mas o corpo flexível como uma cobra, conseguiu imobilizar o mesmo só a força que parecia um animal faminto parou os braços, mas a pernas eram como tentar parar uma Katana de um mestre espadachim no fim desistiu pegou com cuidado seu cantil e girou o quadril e perdeu o controle desvencilhada e desarmada, assustada cansou daquilo e disse:
-Vai. Estou esperando você com a nossa menina no céu, por favor não vai rápido é a Feli...
-Quase te infectei, como foi tão tola!?
Durã bebeu o suposto remédio:
-Que bosta estou preso a isto ainda!!! Durã tinha um corpo musculoso mas a transformação foi instantânea.
O rapaz chora muito e a garota juta uma cabeçada com toda força e diz:
-Nosso antigo ritual não é isto é um povo, "O seu povo, o meu e de nossa ninha". "Unimos forças e tradições para ficarmos mais forte, não esquecermos ou envergonharmos do passado, somos que somos e nem todo céu é azul, chamaram de louco de tirano e estendo a mão, mas a um covarde". "Donde estas ninho, donde estás. O que tu eres".
Entrando na Limusine:
-Meninas na Limusine Branca.
Olhando para Durã:
-Tudo certo chorão.
Passa o dedos a garota olha para a Limusine atrás de Durã:
-Sabe Braile senhor Carrom Impressionante mas o senhor poderia dirigir.
-E deixar um carro na mão de outro minha querida no mundo todos acreditam que podem matar o outro mas quem está no volante tem a dianteira não importa se pode ou não me apontar uma pistola.
-Não mesmo nem pistola nem doze comigo e granada, larga o volante sego.
O homem tira suas lentes transparentes e olha com olhos marrom com um preto como noite, coloca um velho óculos e disse com voz rala e calma:
-Emilio y Durã acalmante, tengo una nueva filhota. Falo em sua língua esta dor do parente falecido venha chore, meu poder é fazer chorar é bem bobo. Tive filhos, tire sua peruca, você é linda pare de se esconder.
-Saquei, vamos logo.
Do chão saiu dois, sem identificação o corpo era cão, gato, humano sujos de lama e terra seres misturados a mistura tem forma e uma Quimera poderosa aparece o outro ser transmuta para uma mulher e planta ela segurou o flaz de leizer um tiro acerta um Snaper, sai com sua Mascara de Esgrima e a bala explode, depois um dispositivo anti-gravidade tira a quimera do chão a Quimera rosna e arvores saem voando, pegando um aparelho sugou tudo com um vento fez a Quimera e o outro ser se impressionar e depois colocou no chão e um lança granada sem munição. Prendeu a mãos e pernas e uma pilastras e um canhão aparece e amplifica o som do rugido e pouco a pouco, comprimia. Levantando a mão e abaixando Quimera e aquele ser muito ferido se rendem um garoto aparece dizendo:
-Engole larva de Lacraia Fogo se me trair, ela esta hibernando eu tiro se comportar se trair bem, come. E relaxa não preciso lutar o que é você? Não rosna para gato medroso, sou Aviador para você Chefe, Sara.
-Chefe Sara.
-Eu! Chefe...Sara...Empregada...Nada, resolvido, boa garota. Esgrima faz o relatório é fico, com saque, sério posso ficar...? Fraquinhos mas tem potencial e toma um banho garota planta, falei isso mesmo, com é bom ter água, melhor não acostumar.
Pulando na frente de Aviador:
-Quero a parte do saque, colar de ossos disse, todo ser animal único deve ser mantido com zelo ou seja você é responsável tanto saúde física ou mental...Você fica com água, comida e oxigênio?
Sem emoção um rapaz com um Cérbero de fogo, Elétrico, Pedra. Largando o pelo pega a mulher planta e o corpo dela é queimado em chamas azuis o sangue transformou ácido com a pedra e claro a eletricidade se transformou em magnetismo. O menino tinha por volta de 12 para seus clã com rostos e jovens não a margem mas a aparência era juvenil o Aviador cutuca esta ferida:
-E a Malau fugiu do marido e do vovô?
-A larva maturou e comeu o cérebro produzindo ovo que por fim chocaram ela foi para Deusa do mar alimentar seus filhos. Todos fortes ou fracos comemos e somos alimento para o clã Aquático é uma honra e raro e como você diz: O poder cobrar.
-A centopeia vive trilhões a sua claro como é ver quem ama morrer parecendo um neném.
-Sei lá pergunta para tua mãe.
-Arranquei o crânio e comi os olhos da cobra que a matou, fora isso: Mato para comer mãe por filho. Treinei ela até usável não como arma mas o veneno em pequena quantidade, como ela respiramos 5 horas sem oxigênio, eu não testei a cobra me envenenou e quando matei por cinco horas e um cilindro subi... O Emalai fui resgatado meu segredo nem todos vai sobreviver mas uma gota equivale dois dias para os normais. Todo saque é meu, pode testar.
-Essa informação passa para cientista?
-Provas? Faço exames, se vamos jogar ninguém pode sair com mão abanando não esqueça nossos clãs querem aliados não amigos. Mas Cúpula é Cúpula o resto vai pagar que acha essa missão para dois clãs? Pão e Água?
-Por meu povo é Pão e Mel. Velho ditado, velho povo pensamento velho, ideia nova mal, para eles ver.
-Minha língua é tão difícil, saquei para todos nunca nos vimos, imagina que soubessem que fala minha língua e sua mãe e a minha se conheciam, uma Especialista em meio aos caçadores, tem limite para tréguas e cooperação, não é? Precisamos de armas e tem fronteiras quero passes, nem tenta me atacar sua imagem é de lenda e herói e com capa.
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